Ars poética
Dos episódios,
importa lembrar só o arabesco,
para que neles eu acrescente
verdades voláteis.
Não quero copiar
o silêncio da alameda
reta e isenta,
nem dizer a paz das flores
que não sorriem
com o vento.
Arquiteto do meu verso,
pinto cores como quero,
tendo o riso, a dor e o mel
do coração e da razão
como tinta e pincel.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário