segunda-feira, 19 de julho de 2010

Republico um poema de uns dois anos atrás porque farei uma cirurgia complicada e com perspectiva lamentável.
Se tudo correr bem, qualquer dia eu volto.
Se não, esses 106 poemas são a maior parte do que eu tinha a dizer.
Abraços.
JR.



Epitáfio

Para quando a Morte quiser encaixotado
em terra, madeira, mármore e breu,
o corpo, a vida e os sonhos
do João Renato (que foram meus),
já deixo escrito o epitáfio conciso
de uma só palavra,
mas com duplo sentido;
pela condição de cadáver:
conclusão inevitável,
e pela vida passada: bravata
e souvenir do apogeu.
Assim, que se grave na lápide:
“Fudeu !”

4 comentários:

Gerana Damulakis disse...

Vc voltará e ainda há muito o que colocar em versos.Avise quando voltar.

Gerana Damulakis disse...

Aguardo notícias suas, sempre retorno, espero o seu retorno.

Gerana Damulakis disse...

Que alegria! Eu tinha ceretza que você estava e está aqui, foi maravilhoso confirmar minha certeza.
Agora, é voltar aos blogs.
Maravilha pura! Um abração.

dade amorim disse...

João, bom saber de você.
Abraço e muita saúde e poesia, sempre.